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shows
a gente foi e conta tudo pra você. |
Ozzy mostra bunda e clássicos do rock!
| quem? |
Black Label Society, Korn e Ozzy Osbourne
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| onde? |
Arena Multiuso – RJ e Parque Antartica – SP
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| quando
foi? |
5*4*2008
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O site Roquenrou acompanhou o sobrevivente do metal em suas duas apresentações no Brasil para conferir o que o véinho tinha para mostrar. No Rio de Janeiro os nossos dois correspondentes Headbangers Pajé e Panda (eita duplinha hein!?) puderam presenciar o mini OzzFest brasileiro primeiro do que eu, por isso conta o que acharam das apresentações de Black Label Society, Korn e Ozzy Osbourne. “Bicho, quando o Black Label Society entrou já deu pra perceber que a noite ia ser de puro roquenrou. Por isso comprei um Black Label para comemorar”, afirma Pajé. E Panda apóia o companheiro de copo. “Enquanto as duas primeiras bandas tocavam a gente se preparava para o grande show do Ozzy. Quando ele entrou a arena quase veio abaixo, o Rio de Janeiro virou rock!”. Deve ser impossível não admirar um senhor roquenrou no auge dos seus 59 anos agitar uma platéia com sua música. Pelo que conversei com os nossos correspondentes as apresentações do rio e de sampa foram praticamente iguais. A única diferença que lá na praia, segundo o Pajé, o guitarrista Zakk Wylde (BLS e OZZY) jogou a guitarra e em seguida pulou no mosh, diferente do que outras mídias publicaram, dizendo que ele se arrependera e foi pegar o instrumento de volta. Em São Paulo a multidão era ainda maior. De acordo com minhas contas (como já disse em outro texto, melhor que do Ibope) havia mais de 50 mil pessoas. Só que estavam comigo eram nada menos que 20 maloqueiros do Jd. das Palmas (essa galera é roquenrou!) mas que na hora de entrar cada um foi para um lado e nos encontrávamos esporadicamente durante os primeiros shows. Até que meu comparsa Felipe sumiu do mapa. Black Label Society fez aquele rock puro e pesado e o guitarra e líder da banda Zakk Wylde não incomodou com os seus solos cansativos, (coisa que ele conseguiu fazer na apresentação do véinho). Mas enfim, foi um show legal e mostrou o poder de uma banda, que não vai entrar para a história, mas que vai rolar em muitas festas de moto clube pelo mundo a fora. O Korn, o que falar do Korn? Tem um som interessante, mas nem vi o show. Não é minha praia e nem vou me arriscar a falar. Estava mais preocupado em ir para pista (No principio estava na arquibancada) do que ver esta apresentação. Pelo que eu ouvi, passou a impressão que a galera curtiu. Já acomodado na pista, mas ainda distante, eis que surge no telão paródias de filmes e seriados com Mr. Osbourne no papel principal (muito divertido) e então, o príncipe das trevas (louco como sempre) cantava ainda do camarim algo parecido com “Olê, olê, olê olê... Ozzê, Ozzê”.. Impossível não rir. E o "madman", com sua experiência de décadas fez aquilo exatamente o que o público esperava. Clássicos de sua carreira solo como Mr. Crowling e No More Tears não faltaram, assim como não deixou de tocar músicas de sua antiga banda Black Sabbath. Foi o ápice para todos entrarem no delírio e torcer para que o Ozzy não morra tão cedo (parece difícil, mas pode acontecer!) e que esta não tenha sido sua última apresentação no Brasil. Ah... a tão aguardada surpresa que Ozzy havia prometido foi a exibição de sua flácida e pelancuda bunda de velho. Divertido! OBS... O outro colunista deste site Arthur também foi visto no show com suas calças agarradas, coturno e correntes. Mas não quis trabalhar... Vê se escreve alguma coisa aê o safado. Vamos trabalhar!!!! 8*4*2008 Fagner Branco Fagner é um revolucionário anarquista
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