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[Nós somos o que buscamos.]
Tentamos lutar contra os nossos próprios
preconceitos. E fazer um som com tudo junto. Com rock e
viola caipira. Baião e talk box. Clichê e invenção.
Ter como objetivo confundir os rótulos. Melhor ainda:
tirar os rótulos e misturar todas as latas de conserva,
pra não saber o que vai ter no almoço.
Fazemos música, e música
não precisa ser classificada. Precisa sim ser ouvida,
sentida, tocada, respirada.
Às vezes a gente mesmo se esbarra
em preconceitos. Mas o que fala mais alto é a vontade
de voar, de inovar, de não ter limites, nem fronteiras.
E não importa que a gente ainda
está muito longe da chegada. O que nós queremos
mais é aproveitar a viagem.
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